sábado, 28 de abril de 2012

Entre asas e raizes

Entre asas e raízes
Eliana f.v. – Li Andorinha

Quero aprender a ser árvore
Embriagar-me de sol e luar
Ouvir e falar pela alma
Agir com a magia do seu balançar

Viver plenamente a alegria
De toda energia independente
Desconhecendo credo ou juízo...

Farfalhar no afago da brisa
Deixando o canto das cigarras
Fazer ninho em minha pele

Para nessa simbiose perfeita
Entre asas e raízes...
Ser o eco do pulsar cósmico
A revelar o sentir dos passarinhos
***^*^***
***
Deixo a trilha para o blog da minha irmã 
de alma poesia sonho e vida Michèle Sato
Seu blog é  de uma riqueza e beleza  indescritível
Como é incrível seu trabalho-luta pela 
Educação Ambiental!!!!
***\/***


7 comentários:

  1. Olá Eliana!

    Que divino sentimento que você transmite, ao descrever com maestria o que uma arvore nos diria se soubesse falar.

    Abraços amiga e até +

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  2. E viajar, respirar fundo, perder-se. Ir além de si mesmo apenas ao ler seus versos. Essa sua magia sempre me eleva. bacio carissima

    Ps. Eu só tenho mais duas Marias (com as frases, claro) mas aquela que escolheu já estava reservada. rs

    bacio

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  3. Olá Eliana!

    De passagem para matar a saudade lendo seus poemas.

    Abraços do velho amigo Jota.

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  4. A poesia traz-me sempre a sensação de uma eterna felicidade.
    Beijo
    Graça

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  5. Um sótão cheio de lembranças
    Escrevi no pó palavras sem nexo
    Retirei uma cartola de uma caixa de cartão
    E senti ao toque o poder da ilusão

    Ilusões…
    Um cavalo de pau perdido ao carrocel
    Uma estola de um bicho qualquer
    Uma escultura talhada a cisel

    Uma foto a preto e branco
    De uma mulher sem rosto
    Uma janela virada para nenhum lado
    Uma traquitana a imitar o sol-posto

    Terno abraço

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  6. Olá, parabéns pelo seu blog!
    Se você puder visite este blog:
    http://morgannascimento.blogspot.com.br/
    Obrigado pela atenção

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  7. São mudas as neblinas nesta ilha
    É de pobreza o pão que alimenta o meu sentir
    Oiço o mar com os meus próprios dedos
    Parti do desencontro dos meus derradeiros medos

    Parti e deixei no cais mil dúvidas
    Lembrei tempos que corri feliz pelas amoras
    Nesses dias bebi sofregamente a vida
    Nesses dias a minha alegria era incontida

    Um radioso fim de semana


    Doce beijo

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